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TERAPIA, EU? NÃO SOU LOUCO!

Quando participamos de uma palestra de auto-ajuda, um curso de desenvolvimento pessoal ou então uma reunião na escola para resolver problemas com nossos filhos, muitas vezes percebemos que justamente aquelas pessoas que mais precisavam estar ali, não estão. 

Quando a pessoa percebe que, sozinha, não consegue superar as suas dificuldades e manter suas atividades e seus relacionamentos saudáveis, é muito importante em primeiro lugar reconhecer que está em dificuldades e então buscar a ajuda adequada, através de um terapeuta competente e de boa formação, que possa auxiliá-la com um assessoramento individual ou um trabalho de grupo voltado para a superação das suas dificuldades. 

Geralmente é muito mais fácil ir ao consultório do traumatologista ou do clínico geral. Alguns até preferem "ver as cartas" ou buscarem uma fórmula pronta para resolver as coisas. Também fica mais fácil uma transferência do problema para algo ou alguém. 

Infelizmente, são as pessoas que mais necessitam de ajuda que tem mais dificuldade em admitir isso. Dizem coisas do tipo: 

- "Terapia, eu? Não sou louco!". 

Isso mostra ignorância, preconceitos, resistência à mudança, uma instabilidade emocional, um medo de se expor ou de ir de encontro com a origem real dos problemas, indisponibilidade para buscar as soluções efetivas. Ou, simplesmente, que utilizam os sintomas para manipulações e controles sobre outras pessoas ou para fugir de compromissos, para justificar algo, o que chamamos de ganhos secundários. Ainda existe a possibilidade de auto-sabotagem, como uma forma de auto-punição por algo do passado. Todos esses mecanismos geralmente lhe escapam da consciência. É preciso humildade, boa vontade, bom senso e um certo grau de saúde mental para dispor-se a fazer uma terapia. 

É por isso que quanto mais a pessoa precisa, menos se dispõe a buscá-la. Buscar essa ajuda profissional deveria ser algo tão natural quanto ir ao dentista ou ao instituto de beleza. Muitos não o fazem por pensarem que isso os desacreditaria de alguma forma, sentem-se envergonhados, entretanto, geralmente é o contrário, o problema em si que a pessoa carrega, esse sim é constrangedor, lhe desacredita, lhe provoca limitações e complicações em seu viver, portanto, a fuga de buscar soluções não faz sentido, pois a capacidade de admitir seus pontos fracos e se dispor a tratá-los é sinal de maturidade psico-emocional. 

Também porque essas pessoas se expõem muito mais vivendo em clima de conflitos e neuroses; deixam de viver e usufruir bons momentos, perdem oportunidades profissionais, realizar melhores negócios, etc... 

Quanto mais necessitada de terapia, mais uma pessoa imaginará que os seus problemas são causados pelos outros, que elas são vítimas da sorte e assim não assumirem a responsabilidade de mudarem e enfrentarem seus medos inconscientes. E assim ficam apontando as falhas dos outros sem coragem para encarar as suas. Isso porque o seu sistema de defesas cria meios de racionalizar e justificar, sobretudo de explicar por que ela não deve buscar ajuda, muito embora todos ao seu redor possam estar sofrendo com as dificuldades causadas por ela própria.

Muitas vezes a pessoa até vai possibilitar para os outros membros da família ou a empresa o acesso à terapia, mas ela própria foge disso. Ela encontra algum jeito de acreditar que os outros é que estão precisando. As pessoas estão ligadas umas às outras como os cordões de uma engrenagem. O que faz, sempre repercute-nos outros. Sabe-se cada vez mais, que as doenças emocionais e suas causas são muitas vezes compartilhadas. Ao auxiliar uma pessoa estaremos indiretamente auxiliando todos de um mesmo ambiente. Muitos conseguem ver a necessidade de os outros se tratarem, mas o orgulho ou o medo não os deixa admitir que eles mesmos estão necessitando de tratamento. Às vezes, conseguem admitir essa necessidade, mas lançam mão de muitas desculpas para se omitirem, pois não estão realmente decididos a melhorarem a própria vida. 

Em geral essas pessoa têm dificuldade para buscar ajuda porque têm medo de encarar sua fragilidade, de expor-se e de enfrentar tais dificuldade, ou mesmo o medo de que, se mexerem mais fundo, possam se desestruturar. Suas defesas deixam-nas apavoradas diante da possibilidade de terem de compartilhar suas carências e dificuldades, de abrir seu coração a outro ser humano. Por mais que se considerem infelizes, "encaramujam-se" em seu mundo, enquanto ele despenca, sem conseguirem encontrar forças para tomarem uma atitude. 

Só busca ajuda ou toma atitudes que o ajudam a crescer, buscando alguma forma de desenvolvimento pessoal, por exemplo, quem ainda tem um lado saudável que lhe possibilita a coragem de expor-se à possibilidades de mudança, desapegando-se de sua auto-imagem idealizada. Uma certa humildade é indispensável, assim como uma disposição para desapegar-se de velhas crenças e para correr o risco de realizar mudanças, as quais também exigem adaptações, abandono de zonas de conforto, de acomodação e de estagnação. 

A pessoa tem ganhos secundários nas dificuldades que alimentam, embora geralmente não estejam conscientes disso. 

Por mais que haja recursos para auxiliá-la, há algo que precisa brotar dela mesma para que realmente se disponha a investir na própria transformação. Muitas vezes é necessário um acontecimento marcante, traumático ou uma perda importante para que "alavanque" a pessoa nessa busca. E nesse ponto é importante salientar a importância que tem uma outra pessoa que convive com alguém problemático. Se simplesmente de alguma forma participa do seu problema sem uma atitude mais firme ou se omite de posicionamentos, em nada contribui. Mas posicionar-se de forma condicional e firme pode induzir a pessoa à procurar ajuda. 

 

TERAPIA, PRA QUE ? 

Nossas possibilidades de crescimento são infinitas.mesmo após atingirmos a saúde perfeita, ainda teremos pela frente todo um caminho espiritual. Dedicar sistematicamente um tempo a um caminho desta natureza dá mais alegria e sentido a vida. 

Uma terapia bem conduzida pode levar à libertação de muitos medos, fobias, ansiedades, tensões, bloqueios, traumas, ressentimentos, dores e sensações variadas de mal estar não diagnosticadas nas avaliações médicas tradicionais, dificuldades de relacionamento e outros sofrimentos que atrapalham a vida de uma pessoa e de quantos convivem com ela. A terapia traz sempre um enriquecimento pessoal e profissional muitas vezes tão consistente que pode solucionar problemas e possibilitar o crescimento em nível profissional e mesmo financeiro, já que não raro este último é causado por desordens decorrentes de indisciplina, desorganização, postergação, medos, que funcionam como auto-sabotagem. 

É interessante notar que os grandes consultores de empresas e de carreira recomendam cada vez mais que os profissionais façam terapia como uma meta de ampliação do sucesso profissional. Com efeito, quando uma pessoa supera os seus conflitos, bloqueios e auto-sabotagens, torna-se mais produtiva, criativa, capaz e poderosa, inclusive para administrar a própria vida, já que pode assumir mais responsabilidades e dar conta delas. 

Acrescente-se ainda o retorno sobretudo em termos de saúde, relacionamento e qualidade de vida interior e exterior. 

Hoje, mais do que em qualquer outra época, existem recursos extraordinários que possibilitam, num espaço de tempo relativamente curto, resultados bastante significativos, que tornam os esforços compensadores. Entretanto, sabemos que ainda existem estigmas e hipocrisias em nossa sociedade, falsas crenças à serem vencidas. Iniciar uma terapia, qualquer que seja, ir ao psiquiatra ou ao psicólogo(a) em nosso meio ainda é um desafio para a pessoa, ainda é visto, por alguns, com uma certa desconfiança, um certo ar de estranheza. Coisas que, à medida que a sociedade evolui culturalmente, estão desaparecendo. 

Os problemas existem para serem resolvidos, tudo é possível, acredite, você tem recursos e possibilidades ilimitadas para serem descobertas e desenvolvidas, invista em seu bem estar e certamente você também estará beneficiando muito à quem você ama.