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Sugestões para melhorar a educação de nossos filhos

Nossos filhos são o reflexo da educação que recebem e daquilo que vivenciam em seu meio ambiente. Este resumo de dicas educacionais foi retirado de vários livros sobre educação infantil e também da própria experiência da Clínica de Hipnoterapia Médica do Dr. Brandão. Tem a finalidade de oferecer alguns parâmetros básicos na instalação de limites, disciplina e contribuir na formação de uma personalidade e auto-estima saudáveis, o que são indispensáveis para que a criança tenha um futuro promissor. 

Aproveite as oportunidades do dia-a-dia para educar. Se as atitudes indesejáveis não forem trabalhadas e modificadas, a criança habitua-se à agir daquela mesma maneira. Muitas vezes coisas que são copiadas de outras crianças ou até mesmo de adultos. 

Cada criança tem sua maneira particular de agir e reagir; observe-a e procure compreender o porquê de determinadas manifestações (atitudes), assim como muitos sintomas físicos ou distúrbios emocionais podem ser uma reação de acontecimentos que a criança não esta entendendo ou aceitando ao seu redor. 

Deve-se dar atenção às queixas de dor, procurando diferenciá-las quando é verdadeira, ou quando é uma desculpa para fugir de alguma situação específica. 

Troque o termo castigo / punição por medidas ou atitudes disciplinares.

O objetivo das atitudes disciplinares: desenvolvimento do senso de responsabilidade, socialização e auto-governo.

A disciplina nunca deve afetar a auto-estima, ou seja, corrija as más atitudes e preserve a integridade da criança, valorizando os aspectos positivos.

Algumas vezes uma boa palmada na bunda ou nas mãos surte um bom efeito, mas evite surrar de vara ou de calçado. Abandone a agressão física onde a criança obedece pelo medo da dor física e procure instalar medidas disciplinares em três níveis: 

  1. Privação ou perda de direito de...: Sempre que a criança aprontar algo ou desobedecer a uma orientação, na primeira vez ela perde o direito de fazer algo que gosta como ver TV, fazer um passeio, tomar sorvete, reduzir ou suspender mesada, etc... (tempo variável de um dia à uma sem.).Evite se expressar agressivamente ou aos gritos com a criança.
  2. Privação e dar tarefas extras: Os critérios para decidir as tarefas e o que tirar e por quanto tempo são proporcionais aos atos indesejáveis praticados pela criança. Deve haver bom senso. P.ex. se a criança espalhou brinquedos pela casa e depois não quis juntá-los, ela pode perder o direito por alguns dias, de voltar à brincar com aquilo e para recuperá-lo terá de fazer uma tarefa extra.
  3. Privação, dar tarefas e recolhimento (ao seu quarto): Primeiramente, no caso de resistir ao cumprimento de uma atitude disciplinar, explicar porque vai partir para atitudes mais fortes, progressivamente, ate que a criança compreenda e se torne colaborativa. Pode se instalar em casa a cadeira do pensador, onde a criança é recolhida para pensar sobre o que "aprontou", por um tempo de dez a trinta minutos. 

Sempre conversar com a criança, buscar os motivos que a levaram à agir de determinada forma, e após explicar os motivos porque os pais estão agindo assim, ou seja, justificar a aplicação das medidas disciplinares. 

Quando houver possibilidade de negociar determinadas tarefas, dar-lhe opções de escolha. P.ex.:você tem que fazer tal coisa, quer fazer agora ou depois da janta?

Para algumas crianças e em alguns casos, parece que funciona melhor a técnica de oferecer um objetivo, ou seja, o que a criança quer para si e a seguir mostrar-lhe o que ela precisa fazer para alcançar tais objetivos.Por exemplo: a criança tem uma excursão da escola que deseja muito ir, então ao fazer os temas e cuidar de si mesma...estará conquistando o direito de fazer aquilo que quer.

Evite os termos de generalização ao se expressar, (por exemplo: "que guri preguiçoso" ou "teimoso"), prefira "deixe de ser...". Também evite termos "você sempre..." e "você nunca...". Dê a bronca pelo ato errado, mas evite generalizar os comportamentos, preservando e valorizando a identidade da criança. Lembrar sempre do poder das palavras e das atitudes.

Procure sempre o aspecto positivo das coisas. Em qualquer acontecimento, à princípio ruim, pode-se encontrar algo que seja positivo ou útil como aprendizado ou experiência futura.

Pense " até 10" ao falar alguma coisa, ou definir uma medida disciplinar, para não ter que voltar atrás logo depois, o que faria perder a autoridade.

Se seu filho(a) gritar com você, controle-se, respire fundo, e lhe responda com calma e em tom normal. (Mais tarde, ele pode quebrar a cara ao querer gritar com o mundo).

Envolva a criança na resolução de problemas e tomada de decisões relativas à sua própria vida. Respeite a sua individualidade, dê-lhe liberdade de suas escolhas. Valorize e elogie mesmo as pequenas conquistas, incentive as iniciativas, o que fortalece a auto-confiança. Pais e filhos devem caminhar juntos no desenvolvimento de padrões de inteligência emocional - (controle da impulsividade).

Evite decidir alguma coisa quando estiver de "cabeça quente".Se seu filho(a) aprontou algo bastante indesejável, o melhor no primeiro momento, pode ser apenas recolhê-lo ao seu quarto e dizer que vai pensar em qual atitude disciplinar irá tomar. E depois, com calma, explicar o porque, e como vai ser.

O casal de pais deve ter sintonia e apoio mútuo, na instalação deste novo processo educacional. Evitar discussões na frente da criança sobre sua educação. Os parentes próximos como avós, também devem participar positivamente, evitando interferências entre as partes. De uma maneira geral os avós não tem obrigação em educar seus netos, da mesma forma eles não tem o direito de atrapalhar no trabalho disciplinar dos pais.

Qualquer pessoa que interferir ou atrapalhar em alguma atitude disciplinar deve ser questionada da seguinte forma: Se concorda em assumir a responsabilidade se aquela criança mais tarde se tornar um adolescente irresponsável, ou inseguro ou envolvido com drogas.

Uma recomendação muito importante para aqueles pais que por motivos profissionais ficam muito ausentes de casa e quando voltam fazem todas as vontades de seus filhos, numa tentativa de compensação ou para aliviar suas culpas. Lembrem-se que essas crianças podem se tornar desorientadas e inseguras. Se sabe que não é a quantidade de tempo a sim a qualidade e a exclusividade do tempo dedicada aos filhos que mais pesa em um bom relacionamento. Portanto não desperdice oportunidades de contribuir na educação de seus filhos.

Pensando como formadores de caráter, as vezes é importante perdoar determinado "ato injustificável" no momento em que a criança percebe que errou e se desculpa. O que é diferente de ser complacente ou fazer vistas grossas , o que seria muito prejudicial para o caráter em formação da criança. Entretanto, a repetição daquele ato em curto espaço de tempo exige uma atitude disciplinadora.

As manifestações de agressividade com outras crianças devem ser identificadas desde o início, conversadas, quem agrediu deve se desculpar e procurar formas de reconhecer e expressar os sentimentos que estejam por trás da atitude.

Escute, reconheça e aceite os sentimentos da criança. É importante ter formas de expressar e desabafar, mesmo que sejam á principio coisas descabidas, logo após, então explique a realidade e tranqüilize-a. Muitos distúrbios e traumas podem se originar de coisas que ficaram mal compreendidas na infância.

Conquiste e mantenha o respeito de seu filho(a), se o pai é sarcástico e crítico com seu filho(a), não deve esperar que o respeite. Reconheça as boas atitudes, elogiando e recompensando-as algumas vezes, assim a criança vai crescendo com referencias de certo e errado. Porém, cuidado com os elogios exagerados, porque a criança pode interpretar como deboche.

As crianças são muito mais perceptivas e inteligentes do que imaginamos, portanto evite tentar enganá-las. Primeiro, ela apreende a desconfiar de você, segundo, ela pode aprender a mentir como você. Seja sincero(a), fale o que vai acontecer, explicando os motivos com palavras apropriadas para o entendimento. Por exemplo, quando tem que ir no posto fazer uma injeção, não invente que vão fazer um passeio na pracinha. Quando tem que fazer um curativo, não minta que não vai doer nada. Explique-lhe que pode doer um pouco,mas que é importante para que fique curado logo.É a melhor maneira da criança crescer mais segura e confiando nos adultos.

Procure estabelecer regras simples e claras, adaptadas a idade da criança, estabelecendo previamente os limites, direitos e deveres, o que vai ser muito importante mais adiante na sua integração social.

As crianças costumam entender melhor os hábitos, ou seja, seguindo os exemplos dentro da própria casa, portanto, preste atenção em suas atitudes do dia-dia.

Evite discussões ou cobranças na hora das refeições e na hora de dormir. São dois momentos nobres que merecem ser vivenciados com serenidade, o que vai facilitar a boa digestão e um sono tranqüilo respectivamente.

Estimule a criança a ter momentos de reflexão, por exemplo, na hora de dormir uma oração e agradecer ao Pai do céu por tudo de bom que aconteceu no dia e que aquelas coisas que não deram certo, sirvam de aprendizados para as próximas experiências. Essa prática estimula a fé, aumentando a autoconfiança, fortalecendo o emocional para as adversidades da vida.

Sugerimos que algumas expressões usadas correntemente sejam evitadas entre as crianças, como "temor à Deus", "se Deus quiser" uma vez que podem ser mal interpretadas. Por que na verdade, nós devemos "respeitar à Deus, assim como Ele sempre quer o melhor para todos nós.

Em casos de desentendimento ou separação do casal, deve-se ter o cuidado da preservação da imagem materna e paterna, ou seja, evite de falar mal um do outro aos filhos. No caso o que não deu mais certo foi a união conjugal, mas cada um continua com as mesmas responsabilidades perante seus filhos.

Em situações de luto, com a perda de um ente querido, evite as expressões "Deus quis assim", Jesus levou o fulano(a), o que pode criar sentimentos contraditórios ou de injustiça. Da mesma forma deve-se evitar explicar a morte como quem está dormindo, o que pode gerar medo de dormir. Explique com palavras simples conforme a idade da criança. Por exemplo, que aquela pessoa morreu, o seu corpo vai ser enterrado no cemitério e que foi viver com os anjos no céu.

Evite os extremos: busque o equilíbrio entre o amor e o controle. Crianças sob disciplina muito rígida têm a tendência de se tornarem adultos inseguros. Crianças criadas com pouco critério tendem a desrespeitar outras pessoas e mais tarde a própria sociedade.

Dê liberdade para a criança explorar o seu mundo, e vá lhe passando funções e responsabilidades progressivamente.

E para finalizar, a sugestão de freqüentemente voltarmos a nos sentir como crianças!!

 

Cortesia: CLÍNICA de HIPNOTERAPIA MÉDICA 
- Dr. Gentil Brandão de Souza.