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SÍNDROME DO PÂNICO. A MENTE PODE MENTIR? O CORPO PODE ENGANAR?

Se você já esteve, por qualquer motivo, em uma situação de morte iminente, sabe exatamente como se sente uma pessoa durante uma crise de Pânico: palpitações, suor frio, tremores nas mãos, sufocação, dor no peito ou no abdômen, acompanhados por uma sensação exagerada de perda de controle e principalmente medo de morrer. 

As condições necessárias para instalar-se a Síndrome de Pânico (P. S. ) requer pessoaS ansiosas, muito impressionáveis e perfeccionistas que vivem muito pressionadas por coisas naturais da vida. Muitas vezes tiveram uma infância com muitas exigências e autoritarismo gerando-lhes um sentimento de incompetência e insegurança, o que cria internamente a necessidade de controle de tudo que está ao seu redor, aguçando os sentidos e com a necessidade de estarem sempre alertas, o que para o organismo significa produzir constantemente substâncias do stress, adrenalina e nor-adrenalina, criando um círculo vicioso mente-corpo. 

Muitas vezes a pessoa não reconhcce conscientemente da onde começa o ataque de pânico, as vezes esses sintomas podem iniciar "do nada" e ir em um crescendo à partir de um pensamento, de uma preocupação, ou de uma sensação de mal estar em alguma parte do corpo. Isso se instala em poucos minutos, durando 10 à 30 minutos e perpetuando o medo que ele se repita. 

Também pode ser à partir de um "detonador" visual, auditivo ou cinestésico(tato, olfato). Por exemplo: uma pessoa que tenha sido vítima de um incêndio, só em escutar uma sirene ou um cheiro de fumaça pode detonar os sintomas. Pode ser à partir de uma sensação mal reconhecida no corpo como uma dor no peito que faz lembrar de um parente que morreu logo depois que teve uma dor "igual". 

Outra característica das vítimas de S. P. são as freqüentes consultas à serviços de urgência, avaliações e exames médicos repetitivos, principalmente cardiológicos, os quais são normais, deixando-as incrédulas e desconfiadas destes resultados e dos próprios profissionais que muitas vezes não sabem explicar o que está acontecendo. O medo que voltem os ataques deixa a pessoa insegura, ansiosa e dependente de medicação sedativa, precisando sempre estar ao alcance de atendimento imediato, o que tira-lhe o sossego, a criatividade, a produtividade no trabalho, etc... 

A incidência da S. P. é em torno de 2% da população em graus variáveis e muitas vezes está associada com outros distúrbios comportamentais como depressão. Geralmente apresentando casos semelhantes em alguém da família (tendência genética). 

Podemos considerar que todo sintoma é uma mensagem e quando ela é reconhecida abre-se a possibilidade de solução. Como um sinal de Pare! Um momento de reavaliar coisas em sua vida. 

A primeira regra para uma pessoa enfrentar a S. P. é aprender à questionar a validade ou não de um pensamento, de uma sensação ruim, enfim, desenvolver uma nova realidade mente-corpo. 

Aprender à dominar a imaginação, direcionando-a para produzir-lhe bem estar, consciência corporal e auto-controle emocional é a finalidade da Hipnoterapia médica. À partir do reconhecimento e da aceitação da pessoa de que é portadora da S. P. inicia-se o seu tratamento e para isso utilizamos medicação, técnicas terapêuticas específicas para cada caso e algumas ações estratégicas para que a pessoa desenvolva novos recursos e habilidades. A medicação desempenha um papel importante na primeira fase do processo terapêutico, bloqueando as substâncias indutoras do pânico e estimulando os mediadores internos do bem-estar (serotoninas, endorfinas, etc...). 

À medida que a pessoa aprende à dominar e utilizar à seu favor o poder de sua prodigiosa mente vai progressivamente libertando-se do Pânico, deixando de ser vítima de si mesma e livrando-se daquelas falsas sensações. 

TESTE DIAGNÓSTICO:

     Responda sim ou não às questôes abaixo para avaliar o impacto das crises de pânico em sua vida:

1) Você evita ir a certos lugares ou fazer determinadas atividades por medo de ter nova crise ?

2) Você sente ansiedade antecipatória, ou seja, medo de ter uma nova crise ?

3) Você alterou sua rotina diária em função das crises de pânico ?

   ;Resposta:

-Se você respondeu sim a alguma das perguntas, bem provavelmente que tenha a síndrome de pânico.

 

     Cortesia: Dr. Gentil Brandão de Souza 
CLÍNICA DE HIPNOTERAPIA MÉDICA