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COMO VAI A SUA SEXUALIDADE?

Na década de 90, a Organização Mundial de Saúde (OMS), incluiu o sexo na lista dos parâmetros utilizados para definir a qualidade de vida de uma pessoa. O sexo seguro, prazeroso e praticado regularmente, pelas estatísticas médicas, pode proteger o coração, prevenir a insônia, aliviar o strees, fortalecer o sistema imunológico, combater a ansiedade, regular o humor, ajudar a manter a forma física e até atrasar um pouco o ritmo do envelhecimento 

Pesquisas realizadas nessa área tem demonstrado que o sexo serve de termômetro para a qualidade de vida. Problemas na cama comprometem a saúde, os relacionamentos e até a produtividade profissional. Portanto, a ciência está demonstrando que nossa saúde física e psicológica depende muito mais da sexualidade do que se pensava há alguns anos atrás. 

A quantas anda seu "QI sexual"? Pesquisadores do Projeto Sexualidade (ProSex), do Hospital das Clínicas de São Paulo, criaram um teste para avaliar nosso Quociente Sexual (QS). "Com o teste, os casais podem analisar a quantas anda sua vida sexual e identificar o que pode ser feito para melhorá-la", diz a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do ProSex. 

O outro objetivo é que ele seja aplicado também durante uma consulta médica, para orientar estes profissionais sobre os possíveis problemas de seus pacientes, tanto físicos como emocionais, uma vez que a maioria das pessoas tem muita dificuldade em levantar o assunto expontâneamente. 

Logo abaixo, você mesmo poderá realizar seu teste e tirar suas conclusões (matéria de capa da revista veja de janeiro de 2005). O termômetro do "QI sexual" nasceu de entrevistas feitas com 630 homens e 580 mulheres, entre 18 e 70 anos. Para a elaboração dos quesitos foram analisados os aspectos físicos e emocionais dos entrevistados, em todas as etapas de uma relação sexual – do surgimento do desejo à fase pós-orgasmo. 

Com base nas respostas chegou-se aos dez pontos básicos que fazem a diferença entre o sexo satisfatório e o sexo desapontador. 

Desde Sigmund Freud (1856-1939) a ciência tenta explicar as conexões entre a sexualidade e o bem-estar físico e mental. No início, o pai da psicanálise foi bastante criticado. Ele escreveu: "Muitos transtornos mentais e as fobias, em especial, não ocorrem quando a pessoa leva uma vida sexual relativamente normal". A partir dessa época, os pesquisadores vem investigando com crescente interesse como as carências e os desvios sexuais podem produzir doenças físicas e psicológicas e, por outro lado, como certas moléstias afetam o desempenho e a satisfação sexual. As depressões, os males cardíacos e circulatórios e o diabetes são doenças com impacto direto sobre a sexualidade. 

Segundo levantamento realizado por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz da Bahia com 77000 homens em 24 estados brasileiros, entre outros dados constatou-se que 66% dos brasileiros apresentam em diferentes idades e em graus variáveis dificuldades de ereção, sendo que quanto maior for a faixa etária, maior é a prevalência e a severidade da disfunção. Mas o pior é que até o ano 2000 apenas 10% deles procuravam tratamento, por medo de se exporem ou por vergonha. Atualmente, com os avanços da indústria farmacêutica e popularização dos medicamentos anti-impotência, que começou com o "viagra", os homens estão se "aventurando" muito mais à procurar orientação para seus problemas. 

Isto não só determinou uma grande melhoria na performance sexual masculina, como também provocou uma reviravolta também na vida das mulheres, suas companheiras, que passaram à cobrar deles mais disposição para o sexo, ou então, segundo esta mesma pesquisa, 56% deles foram incentivados por suas mulheres à procurar ajuda. 

Neste espaço sobre sexualidade você encontrará algumas informações sintetizadas sobre o assunto e sugestões para melhorar a sua performance sexual. 


FALE AGORA, NÃO CALE-SE PARA SEMPRE !!


Os dois principais problemas quanto à vivenciar uma sexualidade saudável são a desinformação e a falta de diálogo. Os prazeres e os dissabores vividos sob os lençóis são experiências pessoais e intransferíveis, impossíveis aparentemente de serem catalogadas. Entretanto, pesquisas revelam que falar abertamente sobre sexo, o que gosta e o que não gosta, ainda continua sendo um tabu para a maioria dos casais. 

O conhecimentos sobre nossa anatomia sexual, e o entendimento como funcionamos sexualmente, até os dias de hoje, não consta dos currículos escolares, (entretanto, aprendemos por exemplo, como as múmias eram embalsamadas no antigo Egito, nos ensinam em detalhes a classificação das folhas e flores, etc...). Quando a religião, que tem o maior número de fiéis do mundo, ainda condena o uso de preservativos e anticoncepcionais mesmo havendo um número alarmante de gravidez indesejada, ao mesmo tempo que o vírus da AIDS se alastra assustadoramente. Por essas e outras fica fácil entender muitas de nossas dificuldades nessa área – questão educacional e de falsos moralismos. 

Em uma pesquisa realizada no Rio de Janeiro no período de julho de 2004 a fevereiro de 2005, coordenada pelo sexólogo Amaury Mendes Jr., 48,36% das mulheres entrevistadas estavam insatisfeitas com a vida sexual que levavam e uma das principais queixas é a falta de liberdade para dizer o que gosta, e o que não gosta na relação sexual. 

A falta de diálogo quanto aos prazeres da alcova, atravessa gerações, classes sociais e raciais. Muitas vezes, no máximo sexo é debatido em frente à tv com os filhos, confessado às amigas íntimas, motivo de piada no vestiário masculino, mas se cala entre as quatro paredes. Dizer o que se gosta expõe mais, fica-se sujeito a qualquer julgamento. O mais comum, então, é o processo de tentativa e erro: se ele(a) não reclama é porque estou agradando, onde dizer "não" e abrir o jogo parece ser a tarefa mais difícil, ou porque existe outras compensações ou até como forma instintiva de preservação do relacionamento. 

Para o psiquiatra e terapeuta sexual Carlos Eduardo Carrion – "há o medo de que essa conversa cause decepções – algum desejo ou insatisfação que possa magoar ou arranhar a imagem do parceiro(a). Afinal, dizer o que gosta, não gosta, implica em ouvir o que o outro tem a falar"- artigo publicado no Donna-ZH de 13/03/05. 

Não raro, os casais criam seus próprios códigos para comunicarem o que não verbalizam, embora os especialistas insistam que falar diretamente é bem mais eficaz. Sendo comum acontecer falhas de comunicação. "Puxa...eu pensei que você tinha entendido..." 

As causas de tanto constrangimento evocam por um lado a tradição religiosa, onde boa parte das mulheres se ressentem do modo como foram educadas - o prazer sexual visto como sinônimo de pecado, impureza e ou imoralidade. Uma forma das mães "proteger" suas filhas do sexo antes do casamento e pior ainda da gravidez indesejada. Entretanto, é cada vez mais freqüente as mulheres procurarem por soluções em consultórios de terapeutas ou médicos especialistas em sexualidade. 

Por outro lado, o machismo ainda vigente, onde o que vale é contar vantagens aos amigos, ainda traz entraves à busca de orientação e soluções. Entretanto, todos nós sabemos que a humildade é a chave para todo processo de crescimento pessoal. A pretensão de que se sabe das coisas bloqueia os aprendizados. O orgulho emperra a busca de soluções. 

O casal que melhor consegue resolver suas dificuldades na cama é aquele que conversa sobre sexo mesmo antes de elas existirem. Os terapeutas aconselham que tem que contar o que gosta, não gosta, algumas fantasias que podem ser compartilhadas, etc.. e na hora da prática a própria mão pode orientar a mão do outro da forma que lhe for mais prazeroso(a) e vice-versa. 

Pensando em facilitar a comunicação o I.P.P.E.C. (Instituto de Pesquisa e Promoção dos Estados de Cura) elaborou um "cartão de comunicação" que poderá ser preenchido e trocado entre os parceiros sexuais. Dessa forma, cada um pode procurar, na medida do possível, colaborar nas preferências do outro(a) e evitar certas práticas intoleráveis. Faça duas cópias e convide seu parceiro(a) para abrir o jogo. 



CARTÃO FACILITADOR DA COMUNICAÇÃO SEXUAL: 

- Responda sinceramente seu cartão e depois troque com seu parceiro(a). 



1. O que eu mais gosto na nossa atual relação sexual : 

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2. O que eu não gosto na nossa atual relação sexual : 

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-........................................................................................................................................................................................ 

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3. Desses ítens que eu não gosto, gostaria que fossem assim: 

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-........................................................................................................................................................................................

-........................................................................................................................................................................................ 



- Se os seguintes ítens abaixo não foram citados acima, opinar: 

4. Quanto ao sexo oral: (     )gosto      (      )acho tolerável      (     )intolerável 

5. Quanto ao sexo anal: (     )gosto      (     )acho tolerável      (     )intolerável 

6. Quanto à freqüência das relações sexuais, em média, gostaria que fosse...: 

(     )1 x / dia     (     )2 x / sem.      (     )3 x / mês      (     )1 x mês      (     )......................... 

7. Quanto ao tempo empregado no "aquecimento" – (carícias preliminares): 

(     )muito rápido      (     )razoável-pode ser mais devagar      (     )bom      (     )ótimo 

8. Quanto ao tempo empregado em cada relação sexual : 

(     )muito rápido      (     )razoável-pode ser mais devagar      (     )bom      (     )ótimo 

9. Quanto às variações (posições, lugares, etc...) e criatividade: 

(     )abaixo da crítica      (     )razoável-pode melhorar      (     )bom      (     )ótimo 

10. Fantasias que eu gostaria de realizar – cite: 

-.......................................................................................................................................................................................

-....................................................................................................................................................................................... 

-....................................................................................................................................................................................... 


ABRINDO-SE PARA AS SOLUÇÕES:



"...quem ama nunca sente medo de contar os seus segredos." 

(Música sinônimos, Zé Ramalho-Chitãozinho-Chororó) 



Se falar e ouvir sobre o que dá prazer já parece difícil, mais complicado ainda é conversar sobre problemas no sexo. Em março/2005 foi lançada uma campanha mundial "Abra o jogo. Converse", parceria do Projeto Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital de Clínicas da USP (ProSex) e da Bayer mundial. A meta é incentivar médicos e casais a falar mais abertamente sobre sexualidade, principalmente, a questão da disfunção erétil que atinge milhões de homens, uma vez que, se tabus e desinformação persistirem a maioria vai carregar o problema em silêncio. Segundo a pesquisa do ProSex apenas 32% dos homens entrevistados conversaram com a parceira ou um médico quando tiveram dificuldades de ereção. 

Para início de conversa "abrir o jogo" já resolve muitos problemas antes deles chegarem aos consultórios, além do que hoje a medicina dispõe de um arsenal muito eficiente para combater as disfunções sexuais, aliada as várias psicoterapias utilizadas, especialmente a hipnoterapia que trás resultados rápidos e definitivos. 

A adoção de hábitos saudáveis como alimentação, controle de peso, exercícios físicos regulares, check-up médico periódico, eliminação de vícios como fumar e controle do nível de estresse são pré-requisitos básicos para melhorar a performance sexual. 

Um dos problemas que mais aflige os homens é quanto à freqüencia das relações sexuais, associada a falsas crenças e a informação distorcida da realidade. O brasileiro tem uma mania de contar vantagem do desempenho sexual e quando isso é comparado com seu próprio desempenho, muitas vezes acaba frustrando-o. 

Uma das amostragem da pesquisa do ProSex demonstrou uma nova realidade e uma grande variabilidade quanto à freqüência da relação sexual. Portanto, considerando os vários fatores determinantes da libido, como faixa etária, nível de estresse, doenças concomitantes, fase da vida mais ou menos favorável, entrosamento com parceira sexual, deve-se evitar comparações. O importante mesmo é levar em conta o próprio ritmo do casal, aquilo que fica bem para ambos. 

Os grandes beneficiados pelos avanços da indústria farmacêutica nesta área são os homens. Graças aos remédios orais anti-impotência, nos últimos cinco anos quadruplicou o número de brasileiros que procuram ajuda para seus problemas sexuais. 

Das queixas sexuais masculinas, a dificuldade de ter ou manter a ereção é a mais prevalente à partir da meia idade (40 anos). Entre os homens mais jovens, na faixa dos 18 aos 30 anos, o grande tormento, porém é a ejaculação precoce, que em seus graus variáveis de manifestação frustra a ambos os parceiros. Suas principais causas são a ansiedade e a insegurança. Neste caso também, existe medicação aliada à técnicas específicas para controlar a ansiedade, fortalecer a auto-confiança e desenvolver auto-controle ejaculatório. 

Está em andamento uma pesquisa com o uso de testosterona, o hormônio da libido, o que poderá trazer um novo alento para os homens que tenham baixa produção endógena deste hormônio. 

Também baseado nas pesquisas do ProSex, de cada dez brasileiras sexualmente ativas, cinco têm algum problema sexual. As principais queixas são falta de desejo e dificuldade de alcançar o orgasmo. 

A sexualidade feminina é muito complexa, tanto que Freud a chamou de "o continente obscuro". Ela está mais ligada a fatores psicológicos, sociais e culturais do que a masculina, o que dificulta a criação de medicamentos capazes de dar conta de tantas variantes. Além do que, muitas aflições delas podem estar implicados à fatores orgânicos, como a baixa produção de hormônios femininos, como em casos pós-cirurgia e sobretudo nas mulheres em pós menopausa. Portanto, muitas vezes é necessário levar em consideração todas estas variantes, buscando a associação de métodos psicoterapeuticos, ginecológicos como a reposição hormonal e medicamentos como os antidepressivos personalizados (bupropiona) que podem aumentar os níveis de uma substancia chamada dopamina que está associada ao bem-estar e à vontade de fazer sexo, ou seja, melhorar a libido feminina. 

A medicina avançou muito em relação ao tratamento das disfunções sexuais, mas é essencial ter em mente que pílulas e os diversos tratamentos existentes pouco ajudam se não houver cumplicidade entre o casal. Os terapeutas sexuais são unânimes em afirmar que a intimidade, o respeito e o companheirismo entre um homem e uma mulher são os fatores que mais contam para um relacionamento sexual sem aflições – aquele sexo saudável e prazeroso que dá vontade de repetir... 



OS DRAMAS MASCULINOS... E SUAS SOLUÇÕES :


 -Disfunção erétil: (impotência). É a impossibilidade de conseguir e manter uma ereção pelo tempo e com a qualidade necessárias para concretizar uma relação sexual. São a maioria entre os pacientes que buscam ajuda nos consultórios de urologistas, principalmente entre homens de meia idade(40 anos) ou mais. Deve-se inicialmente fazer uma investigação clínica completa em busca de causas orgânicas ( como diabetes, infecções, etc...). Também investigar o uso de medicamentos anti-hipertensivos, anti-depressivos, sedativos, drogas, alcoolismo, etc..., todos fatores que comprometem o desempenho sexual. 

Descartada as causas orgânicas, deve-se fazer um inventário de todos os aspectos de vida do paciente, uma vez que se sabe que a maioria dos casos de impotência é psicogênica, ou seja, desencadeada por fatores de strees, sobrecarga emocional, desajustes entre o casal, traumas do passado. Alguns exemplos: quando um homem é demitido e se sente "impotente" frente à determinadas circunstâncias da vida. Ou então, em virtude de uma educação repressora, por motivos religiosos, em que traga inconscientemente uma programação de sexo como coisa negativa, suja ou pecaminosa. Também por algum motivo, carregue um sentimento de culpa, o que desencadeia, sem se dar conta, um mecanismo auto-punitivo (não gozar). 

Para estes exemplos, a Hipnoterapia oferece ótimos recursos de resolução. No momento que a pessoa amplia a consciência sobre todo seu histórico de vida, cria um novo significado, deletando as origens do problema e desenvolvendo uma perspectiva saudável de si mesmo, "potencializando" sua auto-confiança. 

Mas, o marco no tratamento das disfunções sexuais foi o lançamento em 1998 da primeira pílula contra a impotência – o viagra - e todos os outros que vem se sucedendo. O que acabou aproximando os homens do consultório médico. Com um índice de satisfação de 80% , esses medicamentos agem em 30 a 60 minutos, facilitando o aporte sangüíneo para o pênis, o que permite a manutenção da ereção desde que haja o desejo sexual pela parceira. Para pacientes cardíacos, o seu médico deve ser consultado sobre o uso destes medicamentos. Quanto à utilização do hormônio testosterona ainda está sendo estudado a questão do risco/benefício, devido aos seus efeitos colaterais, como o aumento da incidência do câncer de próstata. 

  -Ejaculação precoce: Atinge em maior ou menor grau mais da metade da população masculina sexualmente ativa. O grande tormento na faixa dos 18 aos 30 anos, sendo que em torno de 27% dos casos seja realmente frustrante à ambos os parceiros. Suas origens, na grande maioria dos casos, estão relacionadas com insegurança e ansiedade. A insegurança pode ter se originado na iniciação sexual ou em qualquer época, ou por informações distorcidas, falsas crenças, etc. A partir de uma experiência infeliz produz uma ansiedade de desempenho, uma expectativa negativa de possibilidade de falhar, o que desencadeia a ejaculação precoce. Por outro lado carrega a preocupação de satisfazer a parceira nas próximas relações. 

O tratamento é feito com psicoterapia e medicamentos (ansiolíticos, antidepressivos e medicação de uso local) – veja o artigo "A branquinha que satisfaz" – neste mesmo menu. 

A hipnoterapia médica - (uma das psicoterapias), oferece excelentes recursos para a pessoa aprender à dissipar a ansiedade e desenvolver exercícios próprios para controlar a ejaculação, prolongando a relação e recuperando sua auto-estima sexual. 

 -Ejaculação retardada: São uma menor parte dos casos, quando a relação sexual leva um tempo maior do que necessário para culminar na ejaculação. As causas ainda não estão bem esclarecidas. Pode haver algum fator orgânico, ou então uma forma de transferência inconsciente de sentimentos mal resolvidos com a figura feminina (talvez materna) e o tratamento depende de cada caso. 

 -Diminuição da libido: quando, por causas hormonais ou psicológicas, o homem vê diminuído o desejo para ter relações. É preciso investigar a causa do problema e tratar mediante terapia (quando a causa for psicológica) ou medicação (quando houver desequilíbrios hormonais por trás do problema). 


OS DRAMAS FEMININOS... E SUAS SOLUÇÕES :


-Desejo sexual diminuído: também conhecido como falta de libido, é quando a mulher vê reduzido o desejo para ter atividade sexual. Antes de qualquer abordagem, torna-se indispensável uma avaliação ginecológica completa, conforme a faixa etária, buscando-se causas como déficit hormonal, infecções ginecológicas, etc. Também é muito importante que homens e mulheres entendam como funciona a psique feminina e as diferenças do comportamento sexual. Veja quadro "O sexo para eles/elas é..." 

É completamente diferente a reação da libido feminina frente aos acontecimentos do dia-dia: Por exemplo: Um homem não pode querer chegar em casa por volta das onze da noite, com bafo de cerveja, depois de estar jogando bocha ou farreando com seus amigos e encontrar sua companheira toda provocante e cheirosa, esperando-o para uma "bela trepada". Entretanto, se este mesmo homem, lembrou de mandar uma mensagem à meia tarde, declarando seu amor. Se ao chegar em casa depois do trabalho, comenta que dispensou seus amigos ou suspendeu aquela reunião chata só para "ficar" com ela. Se ainda por cima lhe traz uma flor (roubada da vizinha) ou um bom-bom (que estava esquecido no porta-luvas do carro). Se preparar aquela comidinha preferida dela, depois um drinque, etc...Com certeza não haverá baixo libido que resista e ela se entregará prazerosamente ao seu amado. Convenhamos que, nós homens precisamos dar "a mão à palmatória" neste quesito. 

Aí entram as antiquadas programações de nossos ancestrais, onde o sexo era mais encarado para procriação pelas mulheres. O machismo ainda enrustido em nossa geração. Mas hoje os tempos são outros, onde ser "Homem" é satisfazer a mulher que se tem em casa. 

Quem desejar entender melhor as diferenças entre os dois sexos deve ler o livro "Por que os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor" – uma visão científica e muito bem humorada de nossas diferenças, dos autores Allan e Bárbara Pease – editora Sextante. 

-Falta de orgasmo (anorgasmia): é a dificuldade ou impossibilidade de atingir o orgasmo mesmo tendo estímulo inicial e excitação adequados. Neste caso, algumas vezes, provavelmente estejam implicadas causas subconscientes de aversão ao sexo como fonte de prazer, codificadas desde a infância, quando algumas mães, no intuito de proteger suas filhas de gravidez indesejada falavam que isso era coisa feia, suja, pecaminosa, etc...Neste caso a hipnoterapia médica pode se tornar uma importante aliada terapêutica. Por exemplo para realizar uma técnica de recuperação rápida de memória (antiga regressão) e sua ressignificação. 

Cabe aqui a percepção diferente quanto à sexo prazeroso e as distorções que a própria mídia acaba forçando. Como é que alguém pode se satisfazer sem chegar ao orgasmo ? Para os homens é uma situação impossível. Quando toma-se como parâmetro de sucesso como amante a obtenção do orgasmo pela mulher, gera-se uma enorme pressão sobre ela, reduzindo suas chances de alcançá-lo. Quando a mulher encontra aconchego, romance, intimidade, ela é capaz de sentir enorme prazer durante a relação sem necessariamente chegar ao orgasmo. Portanto, o orgasmo é um critério masculino para medir o sucesso da relação, mas não necessariamente é um critério feminino. Esta é uma das conclusões da pesquisa desenvolvida pelos pesquisadores Allan e Bárbara Pease depois de ouvirem mais de quinze mil homens e mulheres nos Estados Unidos. 

Uma das técnicas preconizadas pelos terapeutas sexuais é a masturbação feminina – (coisa que os garotos aprendem na puberdade). A descoberta e estimulação de seus pontos mais sensíveis, trás ótimos resultados para a obtenção do orgasmo depois, durante a relação. Como complemento, dispomos da imaginação – ( o cérebro não sabe diferenciar entre fantasia e realidade). 

 -Disfunção da excitação: neste caso, a mulher enfrenta dificuldades para conseguir uma lubrificação adequada para a relação ou não consegue manter-se excitada durante a relação. 

-Vaginismo: é a reação física do corpo, gerando espasmos involuntários da musculatura vaginal que se tornam obstáculos à penetração. Descartando-se algumas causas orgânicas que provoquem dor, o problema é psicogênico, por exemplo, memória traumática inconsciente de estupro, mesmo que agora esteja em um relacionamento que tenha tudo para ser prazeroso, não consegue relaxar. 

 -Dor na relação: conhecido pelo nome técnico de dispareunia, é quando a mulher sente desconforto durante a relação sexual, relacionando-a à dor, e não ao prazer. Muitos casos, depois de exaustivos exames ginecológicos, não aparece nenhuma causa física, indicando-se psicoterapia. 

 Em todos esses casos, à medida que perdura o distúrbio, pode haver o agravamento do problema . É como um círculo vicioso: quanto maior a demora para procurar ajuda, pior o problema fica e menos o paciente , homem ou mulher, procura a atividade sexual, comprometendo-se conseqüentemente o relacionamento afetivo do casal como um todo. Um dos parceiros pode prejudicar a atividade sexual do outro. Por exemplo, uma mulher com vaginismo pode causar diminuição do desejo no seu parceiro. Um homem com ejaculação precoce pode determinar uma baixa da libido da mulher. Às vezes trazendo uma sensação de culpa inexplicada. Algumas vezes, ocorre a busca de experiências extra-conjugais, como uma tentativa de superar o problema ou entender porque acontece, o que pode até piorar a relação que já estava comprometida. Sendo este quadro, não raro, motivo de separação. 

Outras vezes se busca racionalizações ou justificativas as mais variadas, ou no trabalho ou através de manifestações psicossomáticas (queixas variadas), como uma tentativa de desviar a atenção da esfera sexual. 

Os problemas persistem pela resistência à busca de soluções, ou por orgulho ou por constrangimentos. 

A liberação da mulher, conquistada na última década e a busca do orgasmo feminino assustam os homens que tem medo de não serem bons o suficiente. E a preocupação, que produz adrenalina, é antídoto da ereção. 



"A humildade é caminho para o crescimento pessoal. O conhecimento é a fonte para soluções. A tomada de consciência desencadeia as curas" . 


(I.P.P.E.C.) 



TESTE O SEU "QI SEXUAL"


O questionário que se segue é uma adaptação do teste elaborado pela psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do ProSex. Por meio dele, cada um dos parceiros poderá avaliar a qualidade de sua vida sexual. Ao responder às questões, leve em consideração os últimos seis meses de sua vida e as seguintes alternativas: 

a)nunca b)raramente c)as vezes d)na maioria das vezes e)sempre 



PARA OS HOMENS :



1- Seu interesse por sexo é suficiente para que você tome a iniciativa de começar a relação? 

a) (      )      b) (      )      c) (      )      d) (      )      e) (     ) 

2- Você tem confiança em seu poder de sedução para se lançar numa conquista amorosa? 

a) (      )      b) (      )      c) (      )      d) (      )      e) (      ) 

3-Você e sua parceira estão satisfeitos com as preliminares? 

a) (      )      b) (      )      c) (      )      d) (      )      e) (      ) 

4- Seu desempenho sexual depende do interesse e da excitação sexual de sua parceira? 

a) (      )      b) (      )      c) (      )      d) (      )      e) (      ) 


5- Você consegue manter o pênis ereto o tempo suficiente para levar uma relação sexual satisfatória até o fim? 

a) (      )      b) (      )      c) (      )      d) (      )      e) (      ) 


6- Depois do estímulo sexual, sua ereção é suficientemente rígida para assegurar uma relação satisfatória? 

a) (      )      b) (      )      c) (      )      d) (      )      e) (      ) 


7- Você é capaz de obter e manter a mesma qualidade de ereção nas várias relações sexuais que realiza em diferentes dias? 

a) (      )      b) (      )      c) (      )      d) (      )      e) (      ) 


8- Você consegue controlar a ejaculação para que o ato sexual se prolongue por um tempo satisfatório à ambos ? 

a) (      )      b) (      )      c) (      )      d) (      )      e) (      ) 


9- Com que freqüência você chega ao orgasmo? 

a) (      )      b) (      )      c) (      )      d) (      )      e) (      ) 


10- Seu desempenho sexual o estimula a fazer sexo outras vezes, em outras oportunidades? 

a) (      )      b) (      )      c) (      )      d) (      )      e) (      ) 



PARA AS MULHERES :



1- Você confia em seu poder de sedução e conquista? 

a) (      )      b) (      )      c) (      )      d) (      )      e) (      ) 


2-Seu interesse por sexo é suficiente para estimulá-la a participar com entusiasmo do ato sexual desde o início? 

a) (      )      b) (      )      c) (      )      d) (      )      e) (      ) 


3- Na sua opinião, as preliminares são excitantes e satisfazem você e seu parceiro? 

a) (      )      b) (      )      c) (      )      d) (      )      e) (      ) 


4- Durante a relação sexual, você consegue se excitar independentemente da excitação de seu parceiro ? ? 

a) (      )      b) (      )      c) (      )      d) (      )      e) (      ) 


5- Você consegue manter-se lubrificada e relaxada do início ao fim do ato sexual, em sintonia com seu parceiro? 

a) (      )      b) (      )      c) (      )      d) (      )      e) (      ) 


6- Você consegue manter a vagina suficientemente relaxada para que a penetração ocorra sem dificuldade? 

a) (      )      b) (      )      c) (      )      d) (      )      e) (      ) 


7-Você consegue levar o ato sexual até o fim sem sentir dor? 

a) (      )      b) (      )      c) (      )      d) (      )      e) (      ) 


8- Você consegue atingir o mesmo nível satisfatório de desejo e excitação nas relações sexuais que mantém em diferentes dias? 

a) (      )      b) (      )      c) (      )      d) (      )      e) (      ) 


9- Com que freqüência você chega ao orgasmo? 

a) (      )      b) (      )      c) (      )      d) (      )      e) (      ) 


10- A satisfação que obtém com o sexo a estimula a fazer sexo outras vezes, em outros dias? 

a) (      )      b) (      )      c) (      )      d) (      )      e) (      ) 






GABARITO: 


Cada resposta vale: a)0 ponto b)01 ponto c)02 pontos d)03 pontos e)04 pontos 

- Some o total dos pontos e multiplique o resultado por dois. Este é seu QI sexual 



AVALIAÇÃO: 



-Mais de 61 pontos : Você tem uma vida sexual bastante quente. Usufrui todas as benesses proporcionadas pelo prazer do sexo. 

-De 60 a 41 pontos : Sua vida sexual é um tanto morna. Ânimo ! Procure informar-se e descobrir quais são os problemas. Só assim você poderá superá-los. 

-De 40 a 21 pontos : O sexo está sendo motivo de dasapontamento para você. Não se acomode. Abra o assunto. Procure orientação profissional para melhorar sua vida sexual. 

- 20 ou menos pontos : Você deve se sentir extremamente frustrado com a qualidade de sua atividade sexual. Ver a sessão da tarde na tv é mais empolgante. Primeiramente, saia da inércia, comece à ler sobre o assunto, veja filmes eróticos e ou pornográficos (para ativar a mente). Procure orientação profissional. 



NOSSAS DIFERANÇAS SEXUAIS... (...O homem é um fogão à gás, a mulher é um forno à lenha...). 



Qual o principal órgão sexual ? O cérebro. 

Onde fica o sexo no cérebro ? O centro do sexo fica no hipotálamo, parte do cérebro que também controla as emoções, as batidas do coração e a pressão sanguínea. É maior nos homens ( 4,5 gr ) do que nas mulheres e é aí nessa área que os hormônios, principalmente a testosterona, estimula o desejo por sexo. Levando-se em conta que o homem produz dez a vinte vezes mais testosterona que a mulher e um hipotálamo maior, vamos entender por que o homem está praticamente sempre pronto à fazer sexo. 

A entusiástica e impulsiva disposição do homem para o sexo remonta desde as origens mais remotas dos primatas, nossos ancestrais da época das cavernas, como a maioria dos mamíferos, teve de evoluir com certas características. Primeiro, com o impulso sexual bem direcionado e concentrado para assegurar a perpetuação da espécie. Naquela época e por milhares de anos durante sua evolução o homem precisava ser capaz de ter o máximo possível de orgasmos no mais curto espaço de tempo, antes que fosse atacado por predadores ou inimigos – "ejacular rapidamente" - garantia espalhar ao máximo seu sêmen, sempre que houvesse oportunidade, em qualquer situação. Provavelmente esta seja também a razão inconsciente da resistência que a maior parte dos homens tem em usarem preservativos durante uma relação. 

Criaturas com os mais altos índices de testosterona dominam o reino animal. Algumas habilidades importantes do homem, para localizar perseguir e matar a caça, como facilidade de se orientar, além da força física, sempre foram consideradas responsáveis pela sobrevivência e evolução da espécie humana. Este é o hormônio que desencadeia ações, competitividade e agressividade. Isso explica, entre outras coisas porque os garotos preferem esportes competitivos e filmes com cenas de violência muito mais do que as meninas. 

O impulso sexual masculino é como um fogão à gás, liga instantaneamente, chega ao máximo da capacidade em segundos e pode ser desligado assim que a "comida" está pronta. 

Já o impulso sexual feminino é como um forno à lenha. Precisa preparar o fogo, vai aquecendo devagar até chegar à temperatura máxima e demora para esfriar. A química hormonal feminina exerce um papel importante em sua função de perpetuadora da espécie e guardiã da cria. Os hormônios femininos vêm em grandes ondas de 28 em 28 dias, complicando a vida de mocinhas e mulheres devido à instabilidade emocional que provocam. 



TEMPORAIS CÍCLICOS... 


Até o surgimento da pílula anticoncepcional ninguém tinha reparado que a mulher passava por altos e baixos emocionais. Sem influência externa e até antes da menopausa o desejo sexual vai aumentando gradativamente até por volta do 18º dia do ciclo, período que o nível de testosterona da mulher é mais alto e quando existe a maior probabilidade de ocorrer a concepção no caso de uma relação sexual. A natureza é sábia. Nos animais onde o sexo é só instinto de procriação, isso é observado bem claramente através das épocas de cio, onde eles procuram o acasalamento. 

Entre 21 e 28 dias depois de iniciada a menstruação os hormônios femininos caem drasticamente, fazendo surgir um conjunto de incômodos conhecidos como tensão pré- menstrual – TPM. Sintomas que vão desde uma certa tristeza e ou irritabilidade até alterações mais sérias de mudança de personalidade, onde muitas coisas "acidentais" podem acontecer. 

Além do hipotálamo da mulher ser menor, seu corpo produz pouca quantidade de testosterona, o que determina menos impulsos sexuais, menos agressividade, maior dificuldade de se localizar em mapas e de estacionar um carro, de uma maneira geral. O cérebro feminino é programado para procriar e garantir a manutenção da espécie, isso explica a preocupação da mulher, muito mais que do homem, de buscar relacionamentos estáveis. 

Na mulher, a disposição para o sexo depende muito do que aconteceu em sua vida nos últimos dias ou semanas. O homem tem muita dificuldade de perceber essas diferenças. Não consegue entender por que ela não quer fazer sexo com ele, que foi tão carinhoso o dia todo. Só porque ele chegou tarde em casa dois dias antes? Na mulher, fatores psicológicos, como intimidade, confiança, afinidade, companheirismo se juntam para criar as condições que levam o cérebro a liberar o coquetel de hormônios do prazer. No homem, o coquetel está sempre a postos – a qualquer hora, em qualquer lugar - (com exceções, é claro). 


   Por que os Homens apresentam uma forte tendência à promiscuidade? 


-Considerando as características das espécies animais poligâmicas, o macho da espécie humana não é monogâmico por natureza. Os pesquisadores concluíram que a forma atual, mais evoluída do homem, tem que travar uma batalha constante com seu cérebro ancestral para viver com uma só mulher. Como a maioria dos mamíferos, o homem é programado para acasalar com o máximo possível de fêmeas. 

A promiscuidade está instalada no cérebro masculino como uma herança da evolução. Nossos ancestrais mais remotos morriam quando saíam para buscar comida ou para guerrear. Sempre voltavam menos guerreiros do que tinham partido e os sobreviventes sempre tinham mais viúvas à sua disposição, o que servia muito bem à estratégia de preservação da espécie. Assim foi por centenas de milhares de anos. 

O pesquisadores do Kinsey Institute, nos Estados Unidos, líder mundial em pesquisas da sexualidade humana, acreditam que, sem as regras sociais e religiosas da monogamia, praticamente todos os homens seriam promíscuos e que esse impulso biológico masculino é ainda nos dias de hoje motivo de constantes conflitos entre os casais. Da mesma forma explica a grande incidência de gravidez indesejada entre jovens, traídos que são pela pouca experiência que têm para avaliar as conseqüências de suas ações instintivas. 

Outra conclusão é que a maior parte dos homens de hoje consegue viver uma relação monogâmica, mas sua estrutura cerebral exige uma estimulação mental poligâmica, o que é muito bem aproveitado hoje em dia pelo marketing para venda de produtos em geral, pela indústria do sexo, através das imagens pornográficas na internet, vídeos eróticos dirigidos ao público masculino, etc... 

Entretanto, com estes dados não estamos fornecendo uma desculpa para a infidelidade. O mundo de hoje é completamente diferente daquele do passado. O fato de uma coisa ser instintiva ou natural não quer dizer necessariamente que seja boa. Por exemplo, os circuitos cerebrais da mariposa fazem com que se sinta atraída pela luz. Assim, pode voar à noite se orientando pela lua e pelas estrelas. Infelizmente, esse bichinho vive agora em um mundo completamente diferente daquele em que evoluiu. Hoje existem aparelhos que atraem e queimam mariposas e mosquitos. Seguindo seu instinto, a mariposa voa em direção à luz e é incinerada imediatamente. 

Conhecendo suas necessidades biológicas, o homem moderno e inteligente pode decidir e evitar ser "incinerado" por fazer o que lhe parece natural. E também porque a própria evolução dotou-lhe de um córtex cerebral capaz de avaliar e controlar esses mesmos instintos. 

O SEXO PARA ELES É ...
O SEXO PARA ELAS É...-
Mais físico: O homem é capaz de se excitar mesmo depois de um dia árduo de trabalho. Apesar do cansaço, por exemplo, se houver desejo ele fica excitado.
-Mais emocional: Uma mulher com problemas de ordem pessoal, não, sexual – ou depois de um dia exaustivo no trabalho, dificilmente se entrega a uma relação sexual.
-Dependente do desejo e do "visual": Para que um homem se excite não é necessário que haja contato físico. Não raro basta uma lingerie sexi ou um belo decote. Sem desejo, no entanto, não há excitação.
- Dependente do contato físico e do que escuta: As mulheres precisam de carinho e toques para se excitar. Elas gostam de ser tocadas em lugares diferentes, de ouvir coisas delicadas .O desejo geralmente nasce dessas carícias. Por isso, para elas as preliminares são essenciais.
- Um ciclo, com começo, meio e fim:Entre os homens, o ato sexual é bem demarcado por etapas e após o ato o homem tende à relaxar e ficar mais concentrado em si mesmo
Um ciclo que não termina abruptamente Ao final de uma relação sexual, na fase conhecida como pós- orgasmo, o nível de excitação da . mulher cai gradativamente. .É por isso que elas gostam de conversa e serem acariciadas depois.
- Os homens querem sexo, orgasmo para liberar tensões.
As mulheres querem romance, cumplicidade.



A sensualidade, o clima erótico, o respeito, o namoro deve ser mantido mesmo naqueles dias que, por algum motivo, aja impedimento de fazer sexo. 

A mulher que é mais intuitiva e mais "jeitosa" que o homem, deve perder o constrangimento e explicar suas preferências ao parceiro. Por exemplo, "guiando" sua mão aos locais mais sensíveis... 

Somente assim com diálogo e compreensão mútuas atinge-se o entrosamento necessário para o prazer à ambos. 

Assim como os times de futebol concentram-se horas antes do jogo, estudando as estratégias à serem usadas. Sabemos que o desempenho de uma equipe depende muito de seu "entrosamento". 

Em comparação, a sexualidade é um jogo, só que sem adversários, assim como o tênis de praia, em que jogar é o prazer compartilhado sem vencedores. 

À medida que cada um se adapta ao estilo do outro, compreendendo o que somos e como funcionamos, temos tudo para vivenciar uma sexualidade saudável e prazerosa. 



Os mitos criados pela mídia: 

1.As imagens de filmes pornográficos: -Uma fêmea insaciável pulando em cima do primeiro que aparecer, se contorcendo e urrando em múltiplos orgasmos- Essa é a imagem da mulher moderna que a mídia tenta passar. Essa maníaca sexual é uma criação do imaginário masculino, mas não corresponde à 1% da população feminina. Qualquer pessoa que for basear sua atividade sexual nessas imagens se sentirá frustrado(a). 

2.Quanto ao tamanho do pênis: em uma pesquisa realizada pelo ProSex (Instituto de Sexualidade de São Paulo), 15 % dos homens afirmaram acreditar que era importante ter um pênis grande, opinião compartilhada por apenas 2 % das mulheres. 

3.Fêmeas insaciáveis e garanhões que ficam horas dando conta de um harém de beldades. Se forem tomados como referência irão frustrar qualquer garanhão em sua melhor fase. Só que na filmagem têm direito à voltar à mesma cena em vários dias ou semanas sucessivamente. 

4.Quanto à freqüência... da mesma forma, precisamos levar em conta todas as variantes, idade, épocas favoáveis-desfavoráveis, condições gerais, etc...Portanto, esqueça comparações. 

O homem, de uma maneira geral, ainda não desenvolveu a arte de agradar as mulheres, o que tem à ver com nossos ancestrais. O caçador precisava manter a concentração em conseguir comida, lutar contra os inimigos e quando chegava "em casa" só queria ficar olhando o fogo e espalhar seu sêmen, sem maiores esforços. Já a mulher ficava planejando como fazer para manter por mais tempo seu caçador cuidando da prole, queria alguém para dividir suas preocupações. Logo, na mulher o desejo sexual cresce à medida que se sente amada e valorizada. O homem precisa de sexo antes de entrar em sintonia com seus sentimentos. Já a mulher precisa de sentimentos para fazer sexo prazeroso. É aí que as coisas se complicam. 

O relacionamento fica difícil quando homem e mulher não reconhecem que são biologicamente diferentes e cada um quer que o outro atenda suas expectativas. Se ao invés das lutas por igualdade sexual, ensinarmos aos nossos filhos que cada ser humano é único e que deve ser objeto de uma descoberta permanente, certamente teremos um futuro com bem menos desentendimentos entre os casais. 

A boa notícia, ainda seguindo a linha de pensamento dos pesquisadores Allan e Bárbara Pease, é que ao entender a origem dessas diferenças, fica mais fácil conviver, administrar, apreciar e até tirar proveito das diferenças entre os sexos. 


COMO SE LIVRAR DOS SABOTADORES DO DESEJO SEXUAL :



É sabido que sexo não é tudo num relacionamento, mas também não se pode negar que é fundamental para que ele ande bem. Entendendo-se que um bom relacionamento afetivo-sexual irá ajudar à ambos superarem seus problemas extra-conjugais. Logo, a melhor estratégia é aprender à desligar-se dos "sabotadores" do desejo sexual. E quais seriam eles ? 

Segundo as pesquisas realizadas pelo ProSex (Projeto de Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo), falta de tempo, estresse, problemas financeiros, cair na rotina, envolvimento com filhos, álcool e alguns medicamentos são as principais causas da quebra de clima favorável à pratica de sexo. 

 1. A falta de tempo geralmente é a desculpa mais comum, assim como é para freqüentar a academia, iniciar cursinho de inglês, etc... E existem "n" causas que podem servir de justificativas. Entretanto, cada um dos parceiros deve avaliar suas prioridades, suas motivações, seus interesses. Tirar um tempo para o sexo, lógicamente não significa dispor de dez minutos para uma "rapidinha" (que de vez em quando é válida), mas sim exige toda uma preparação, que pode começar pela manhã, suspendendo compromissos da noite. Pode ser através de um investimento simples como levar um café na cama, de manhã cedo. Um palavra ou um pequeno gesto, como que expressando através de uma linguagem não verbal que o parceiro(a) é muito mais importante que qualquer outra coisa naquele momento. Para alguns casais pode funcionar a tática de escolherem um dia (ou uma noite) que seja reservada exclusivamente para "se curtirem". 

 2. Problemas financeiros, conflitos no orçamento doméstico são causas freqüentes da quebra do clima para fazer amor. Aqui os especialistas recomendam achar maneiras de separar as coisas. Antes de mais nada, esses problemas nunca devem ser discutidos no quarto, muito menos na cama. Quando o impasse está criado, o melhor é dar um tempo para aquele assunto. Sair ou fazer uma caminhada ou tomar banho juntos pode evitar de se criar um tumulto maior na relação. Muitas vezes, num outro dia, as soluções aparecem mais naturalmente. 

 3. Rotina é uma séria inimiga do sexo, à médio e longo prazo entre os casais. Aqui o importante é usar a criatividade para sair da mesmice. Sem perder a esportividade, algumas atitudes podem fazer reavivar a chama da paixão. Por exemplo, assistir vídeos eróticos e ou pornográficos. De vez em quando ir para um motel – banheira de hidromassagem, etc...Experimentar posições diferentes ou em lugares diferentes, como no carro na garagem. Usar uma lingerie ousada, etc... 

 4. Estresse e cansaço como sabotadores do sexo, costumam aparecer em épocas de sobrecarga física e ou psicológica. Só que isso não deveria se tornar uma desculpa freqüente para não transar, uma vez que a própria atividade sexual é considerada um elixir contra estresse. Outras vezes a própria obrigação de ter de transar "x" vezes por semana se torna estressante. "É muito importante achar um ritmo que fique bom à ambos, considerando fases favoráveis-desfavoráveis", comenta o psiquiatra Alexandre Saadeh, integrante do ProSex, "não é porque estão casados que um dos parceiros tem de gostar de fazer sexo tantas vezes quanto o outro". "Se masturbar pode ser uma forma de manter a relação quando um quer e o outro não está à fim", completa Saadeh. Massagem relaxante antes, ouvir música do tempo que eram namorados. Desligar tv (principalmente noticiário) e telefone também geralmente ajudam. 

 5. Os filhos, principalmente nos primeiros meses na fase de amamentação, o organismo da mulher produz uma quantidade maior de prolactina, hormônio que diminui a libido. Depois, os choros noturnos. E quando começa a andar, fica difícil mantê-los fora do quarto dos pais. A questão é que as crianças nem sabem que os pais tem uma vida sexual e precisam de intimidade, por isso não se constrangem em atrapalhá-los. Neste aspecto é aconselhável criar a rotina na criança de dormir em seu quarto. Chavear a porta e aproveitar momentos que as crianças estejam ocupadas. Contar com o apoio da empregada ou dos avós para de vez em quando fazer um programa, por exemplo, sair para jantar à sós é uma boa dica. 

6. Problemas de saúde em um dos parceiros ou perdas na família geralmente são motivos de esfriar a atividade sexual. Muitas vezes serve para colocar à prova o relacionamento como um todo. Nestas horas é essencial o compartilhar, continuar com o beijo, com o abraço, dormir juntinhos, enfim, a cumplicidade do casal para fortalecer os laços de afetividade. Também aqui é muito importante o diálogo aberto. Até que um dos parceiros tome a iniciativa para reiniciar a vida sexual. Em alguns casos mais prolongados de luto, é interessante a procura de ajuda profissional. Não raro, a causa do distanciamento do casal está ligado à uma depressão não reconhecida, onde o tratamento faria toda a diferença. Ou se existem sentimentos mal resolvidos, como mágoas ou raiva, estes podem ser transferidos para a área da sexualidade, trazendo no homem impotência psicogênica ou baixa libido na mulher, os quais devem ser trabalhados, muitas vezes com a ajuda de uma terapia. 

   7. Medicação : Alguns remédios usados para tratar a pressão alta (hipertensão arterial sistêmica), como a metildopa, propranolol e alguns com efeito diurético trazem em graus diferentes para cada pessoa diminuição no desempenho sexual. Assim como a maioria dos medicamentos utilizados para tratamento de distúrbios comportamentais, principalmente os faixa preta como os diazepínicos. Atualmente os laboratórios estão se preocupando mais com essas interferências e procurando substâncias com menos efeitos colaterais. Já existe até um antidepressivo (bupriopiona) que está sendo utilizado para melhorar a libido feminina. Da mesma forma que medicamentos que contenham algum tipo de hormônio podem interferir na atividade sexual. Entretanto alguns interferem positivamente. Logo, o médico deve ser consultado sobre essas questões. 

8. A bebida alcoólica apresenta duas fases de ação sobre o sistema nervoso. A primeira fase é de estimulação – primeiros 20 a 40 minutos – então, a pessoa sente-se mais alegre, encorajada à tomar iniciativas. Se usadas moderadamente, principalmente as bebidas de menor teor alcoólico, oferecem um efeito favorável de descontração e excitação. Na segunda fase o álcool começa a deprimir todas as funções sensoriais. Por isso que a pessoa que começa a beber numa festa sente que não pode parar senão começa "cair o pique", porém, o efeito depressivo vai se acumulando no organismo e determinando inclusive a diminuição da percepção erótica, reduzindo o desejo e a potência sexual. Mas também reduz o sensor da moralidade, da ética, dos cuidados básicos sobre si mesmo, por exemplo, esquecer de usar a camisinha quando sob efeito de bebida e no outro dia acordar assustado(a). E aí já é tarde – quanto ao risco que correu de pegar uma doença sexualmente transmissível ou de uma gravidez indesejável. 



O ÁPICE DO PRAZER : O INDESCRITÍVEL TAL DE ORGASMO



Um alpinista no momento que chega ao pico mais alto do mundo. O goleador que faz aquele gol consagrador numa final de campeonato. A mãe que depois de tantos sacrifícios assiste a colação de grau superior de seu filho caçula. Teríamos "n" exemplos de instantes de êxtase. Mas neste espaço vamos nos dedicar à comentar do dito cujo orgasmo sexual. 

A natureza é sábia e dotou o homem no decorrer de sua evolução de um poderoso mecanismo de perpetuação da espécie, que juntamente com o instinto de sobrevivência somado ao crescimento do seu córtex cerebral, lhe conferiu a inteligência necessária para manter-se no domínio de todas as espécies animais. 

No atual estágio de evolução, principalmente nas últimas décadas, o ser humano, ao contrário das outras espécies animais, ainda continua em busca de entender e tirar proveito de todo seu aparato sexual para lhe dar prazer muito mais do que função reprodutiva – como funciona nos animais irracionais. 

Mas essa busca também lhe traz algumas dores de cabeça. Segundo pesquisa realizada pelo ProSex nas principais capitais brasileiras, aproximadamente um terço das mulheres sexualmente ativas nunca chegaram ao clímax sexual. "Até há uns anos atrás as mulheres não tinham coragem de falar que não gozavam simplesmente com a penetração" - diz Marize Jurberg , sexóloga da Universidade de São Paulo. Apesar de que o genital feminino é muito mais sensível, mais rico em terminações nervosas do que o masculino. 

Pode-se considerar que o orgasmo feminino pode ser atingido pelo menos de três maneiras. Pela penetração, pela estimulação do clitóris, e pela estimulação do seu ponto G. 

Segundo o trabalho desenvolvido pelo ProSex da USP, coordenado pela sexóloga Carmita Abdo, mostra que pelo menos a metade das mulheres que chegam ao clímax em uma relação sexual, o fazem por meio da estimulação do clítoris. 

O anatomista alemão Ernest Grafenberg – daí o nome ponto G, foi o primeiro à localizar esse local de hiperssensibilidade do canal vaginal. Segundo ele, este ponto está localizado no terço anterior do canal vaginal, na sua parede anterior, 3 a 5 cm do orifício vaginal. Em algumas mulheres esse local quando habilmente estimulado pode provocar um orgasmo de máxima intensidade. A localização do ponto G, fez cair por terra a teoria de que o tamanho do pênis teria influência no prazer feminino. 

Outra exclusividade feminina é a possibilidade de conseguir orgasmos múltiplos em uma mesma relação. Apesar de privilegiadas pela anatomia, a dificuldade das mulheres em alcançar o orgasmo, são explicadas por que elas demoram, em média, quatro vezes mais tempo do que os homens para gozar depois que começam a ficar excitadas. Portanto, além dos aspectos psicológicos já abordados, o que reduz a chance da mulher chegar ao êxtase é a pouca habilidade do parceiro, quando for do tipo apressadinho e ou dispensando as carícias preliminares. 

Para o psicoterapeuta Moacir Costa, autor do livro "Cem dúvidas sobre o sexo", "a mulher deve procurar o que lhe dá mais prazer em conjunto com seu parceiro e não cair na armadilha de ficar se comparando com a amiga ou vizinha" – uma vez que a experiência é única, seria bobagem tentar uma padronização do prazer. 

O surgimento da ajuda química masculina com o viagra, acelerou a procura pelo prazer feminino. As mulheres também se sentem pressionadas pela superexigência da vida moderna e vão descobrindo que sexo é uma coisa boa, que é uma forma de prazer à dois e não para ser apenas oferecido ao parceiro. Provavelmente, logo teremos um "viagra feminino". 

Alguns conselhos dos especialistas para se alcançar o orgasmo: 1) Informar-se sobre seu próprio corpo, sobre sua sexualidade, abrindo-se para novas possibilidades. Procurando incluir o parceiro nesta busca do prazer. 2) A masturbação é indicada para desenvolver a sensibilidade do clitóris e também serve para orientar melhor o parceiro em como fazer. 3) Estresse e maus hábitos como sedentarismo, comer ou beber em excesso, dormir mal e fumar afetam o desempenho sexual. 4)Atualmente existe vários acessórios para o prazer vendidos em lojas especializadas – sexshop – que podem ajudar, mas que não devem ser substitutos de uma relação à dois. 05) Fingir orgasmo só atrapalha. Isso até pode evitar a frustração do parceiro, mas estará adiando a busca da solução para o seu problema. 6) Às vezes pode haver algum bloqueio inconsciente. Caso tenha maiores dificuldades, procure orientação profissional. 


A revolução do prazer !! 


Hoje, sexo e reprodução são conceitos completamente dissociados. Mas não foi assim durante toda a evolução sócio-política–cultural dos povos ocidentais. Até a revolução sexual ocorrida nos anos sessenta, marco na história da sexualidade humana, a prática do sexo tinha uma visão muito machista, cheia de tabus, preconceitos e repressão principalmente utilizando-se de argumentação de cunho religioso, o que deixava as mulheres com complexo de culpa, onde misturava-se sexo com pecado, coisa do demônio, etc... No início da década de 90, com os índices alarmantes do crescimento da AIDS, houve inicialmente uma freada na busca do prazer, entretanto, em 1998 chegava ao mercado uma medicação revolucionária no tratamento da disfunção erétil, problema que afeta aproximadamente metade dos homens em todo o mundo. 

Cinco anos depois, a pílula azulzinha já era o remédio mais comercializado em toda a história da medicina. Atualmente, outros similares dividem o mercado. Para o próximo ano, a Pfizer, fabricante do viagra, prepara-se para começar à testar sua versão feminina. Ao mesmo tempo que nos grandes centros proliferam as lojas sexshop e os produtos especializados em proporcionar prazer. 

As transformações vividas nas últimas décadas são admiráveis e continuaremos evoluindo cada vez mais rapidamente... 



OBJETIVOS DESTE ESPAÇO SOBRE SEXUALIDADE...



Este ensaio informativo sobre sexualidade, tem a finalidade de orientar e abrir o debate em nossa sociedade sobre este tema, nos lares, nas escolas, nos cursos de noivos, etc... De forma alguma tem a pretensão de esgotar o assunto, tão complexo e interessante. Mas sim que a sexualidade seja encarada como uma energia do amor que une e fortalece as pessoas quando vivenciada saudavelmente. 

Nos associamos ao movimento mundial "Abra o jogo. Converse". 

Nós, adultos de hoje, temos esta responsabilidade, uma vez que estamos entre uma geração passada que foi muito reprimida sexualmente, com todas as suas conseqüências e a geração atual de jovens que estão banalizando o sexo, em muitos casos até gerando promiscuidade nos relacionamentos. 

É nossa responsabilidade sim, evitarmos essa onda de promiscuidade entre os jovens. Muitas vezes os encontramos desorientados, seguindo uma onda de futilidades nos relacionamentos inter-sexuais, que geralmente não reflete o que vai em seu coração. Muito freqüentemente ainda continuam desinformados, porque as escolas, por incrível que pareça, nem mesmo os cursos de medicina ainda não tem em seus currículos educação sexual, porque não estão preparados para isso. 

A sexualidade precisa ser vivenciada com responsabilidade primeiro pelos adultos de hoje, pelos responsáveis pela educação deste país. Primeiro, por uma questão de preservação dos princípios de ética e moral à que nossos jovens estão mais expostos pela natural imaturidade da faixa etária. Segundo pela questão da prevenção da gravidez indesejada que atinge índices alarmantes entre os adolescentes, principalmente os de baixa renda, e terceiro para prevenção das D. S. T. (Doenças Sexualmente Transmissíveis), principalmente a AIDS. 

À seguir exporemos as 10 atitudes para amar melhor, da consultora de sexualidade, astróloga e escritora Márcia Mattos, autora de "O livro das atitudes astrológicamente corretas" – Editora Campus. 


10 atitudes para amar melhor



1- Ame a si mesmo. E ame ao próximo como a si mesmo. Ame o que faz. Isto tem poder irradiante. Quanto mais mobilizar o sentimento de amor. Mais amor atrairá. 

2- Aprenda a investir. Relação é patrimônio. Valorize o que é bom, em vez de prestar atenção só no que falta. O bom investidor sabe: se o outro vai embora, levará apenas a riqueza e a beleza que já eram dele. Ninguém pode roubar o que é seu. Você pode perder o outro, mas não perde a si mesmo. 

3- Cultive a intimidade. É ela que liga, enraíza, acolhe e aprofunda os vínculos. Enfrente o medo da exposição. Só a intimidade nos dá a experiência de "pertencer". 

4- Não reclame da rotina. Transforme essa vilã em aliada. Considere que as infinitas pequenas trocas que o cotidiano promove fortalecem as relações. Pouca convivência em vez de poupar o desgaste, pode fragilizar os vínculos. 

5- Deseje o melhor. A pedagogia de Eros ensina: não se revela o melhor de alguém por meio de críticas, comparações, cobranças. E sim com amor, confiança, aceitação. Poupe o ego do outro, relacione-se com a auto-estima dele. 

6- Aceite os limites. Não force a barra. Só se pode dar o que o outro pode e quer receber. Só se pode querer de alguém o que ele pode e quer dar. Em uma relação, só é possível ir até onde o outro for junto: um passo a mais e você está sozinha. 

7- Chame Afrodite. Em vez de tentar subjugar o outro, seduza-o. Evoque Afrodite e faça um pouco "a mais" do que era esperado. Acrescente algo ao que já foi combinado. Foi às compras da semana? Traga-lhe um vinho de presente: a surpresa e sua generosidade "desarmam" o outro. Afrodite, além de deusa do amor e da beleza, tem esse poder, da alquimia. É a musa cujo dom inspira e provoca grandes transformações. 

8- Entenda de sexo. O sexo não é só uma questão física, e, sim, uma experiência intensa, regeneradora e catártica. A libido é uma das maiores forças que movem as pessoas e o mundo. Use-a.. 

9- Cuide da febre. Amor não é fissura. É prudente se retirar do estado febril dos arrebatamentos. As dores profundas da alma –a obsessão, o ciúme, o pavor do abandono - são originárias da intensidade exagerada. As paixões precisam ser realinhadas para que a alma se acalme: reduza excessos, purifique, cultive o desapego. A tortura emocional não resolve nada nunca. Relaxe. Caia fora do eixo dos tumultos. 

 10- Faça uma escolha. E comprometa-se com ela. Porque relacionamento é escolha. E se a história não vale a pena, vá embora. O termômetro é a reciprocidade, é você dar um passo e sentir que o outro compreendeu. Se a história valer, colabore para um clima de acordos e alianças e tolere a frustração. É preciso aceitar que o outro é sempre diferente da sua idealização. 


Cortesia deste ensaio sobre sexualidade: 

Dr. Gentil Brandão de Souza – Clínica de Hipnoterapia Médica – I.P.P.E.C. 

www.brandaoippec.com 



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