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As Fronteiras do HUMOR

Assim como uma rede de computadores, o cérebro é um sistema recheado de conexões interligadas. A exemplo do que ocorre com softwares, uma falha em uma determinada parte desse órgão pode estar associada ou acarretar danos em outras áreas. 
Por conta disso, nem sempre é possível delimitar claramente quais são as fronteiras e as regiões ocupadas pelos diferentes transtornos mentais. Muitas vezes, por exemplo, a depressão pode expandir seus tentáculos sobre os quadros da Síndrome do Pânico e do Transtorno Obsessivo - Compulsivo (TOC). Noutras, é apenas umas das facetas do Transtorno Bipolar. Por serem muito exigentes, obsessivos, e cheios de energia os bipolares leves podem ser confundidos com portadores do Transtorno do Déficit de atenção com Hiperatividade (TDAH) ou do TOC. 
Mas, apesar de os limites se confundirem, é possível identificar características próprias de cada um desses transtornos. O diagnóstico correto é o primeiro passo para garantir o sucesso do tratamento. Veja, a seguir, como identificar os transtornos.

As oscilações do humor


De repente, uma pessoa antes vibrante e de bem com a vida passa a se sentir desanimada. Descontente, busca a ajuda médica e relata apenas os sintomas da fase depressiva. E aí é que mora o perigo. 
Sem saber como o paciente se portava antes de a tristeza aparecer, o profissional pode incorrer no erro de lhe prescrever antidepressivos, por pensar se tratar de uma depressão unipolar. 
Esses medicamentos podem ser catastróficos para pessoas com bipolaridade, transtorno marcado por alternâncias em desacordo com o esperado entre dois pólos de humor. O remédio, para eles, pode servir de gatilho para desencadear a mania ou a hipomania. 
Segundo o psiquiatra Diogo Lara, professor da Pontifícia Universidade Católica Rio Grande do Sul (PUCRS) e pesquisador em neurociências do CNPq, basta um dia de euforia para aniquilar a caderneta de poupança. A pessoa pode ficar acelerada, irritável, impulsiva, entre outros, se arriscando muito. 
- A grande maioria dos pacientes bipolares mais leves, procuram o psiquiatra pela primeira vez somente quando se sentem deprimidos ou ansiosos. É obrigação do médico perguntar ao paciente como é seu temperamento, para verificar se não se trata de uma depressão bipolar. Pessoas com temperamento forte são mais suscetíveis a ter bipolaridade - alerta Lara, autor do livro "Temperamento Forte e Bipolaridade - Dominando os Altos e Baixos do Humor". 
Segundo o médico, a intensidade das oscilações de humor varia de acordo com o grau do transtorno. Pacientes com a bipolaridade podem se valer da prática regular de exercícios e sono adequado para estabilizar o humor. Quando mais severo for o caso, maior será a necessidade de o tratamento incluir medicamentos estabilizadores do humor.

 

TESTE DIAGNÓSTICO:

      O diagnóstico é claro entre pacientes com episódios de mania. A confusão surge entre os bipolares mais leves, quando se deprimem. As perguntas abaixo ajudam a detectar se a depressão é fruto de transtorno bipolar. Responda sim ou não a cada uma dessas perguntas. Durante as fases depressivas, você tem ou tinha:

      1. Excesso de sono ou apetite? 
2. Mais apatia do que tristeza? 
3. Irritabilidade e desconfiança excessiva? 
4. Humor oscilante, com altos e baixos? 
5. Melhoras breves do humor quando algo bom ocorria? 
6. Menos de 26 anos no primeiro episódio depressivo?

 

Caso tenha utilizado antidepressivos, você:


7. Sentiu piora nos primeiros dias da medicação ou nenhum efeito benéfico com ela? 
8. Notou melhora acentuada com o medicamento em menos de 10 dias? 
9. Sentiu-se bem demais ou gastou dinheiro demais? 
10. Sentiu que o efeito do medicamento passou em poucos meses?

Resultado:
" Se você respondeu sim para até duas perguntas, é possível que sua depressão seja ou tenha sido do tipo bipolar. 
" Se você respondeu sim para quatro perguntas ou mais, tem grandes chances de sua depressão ser bipolar.

Fonte: psiquiatra Diogo Lara

 

 

Tristeza ou depressão?


Diferenciar a tristeza saudável da patológica é um desafio no diagnóstico da depressão. Porém, quando desânimo e apatia persistem após duas semanas e são desproporcionais ao evento que os desencadeou ou surgem sem motivo, pode ser depressão. 
É preciso detectar se o problema é fruto de um transtorno unipolar ou bipolar. Segundo o psiquiatra Marcelo Pio de Almeida Fleck, coordenador do Programa de Transtornos de Humor do Hospital de Clinicas, diferenciar um do outro é fundamental para o tratamento. 
A doença, causada por fatores genéticos ou situações de estresse, pode aparecer de forma isolada ou associada a outros transtornos, especialmente os de ansiedade. O tratamento mais recomendado é combinar a terapia ao uso de antidepressivos.

 

Teste


Quais sintomas você tem por mais de duas semanas:


GRUPO 1 
1. Humor deprimido. 
2. Diminuição interesse/prazer.


 GRUPO 2 
1. Perda ou ganho de peso. 
2. Insônia ou excesso de sono. 
3. Agitação/retardo psicomotor. 
4. Perda de energia ou fadiga. 
5. Sentimento de culpa. 
6. Diminuição de concentração. 
7. Pensamento de morte.


Resposta:

Se você marcou um dos sintomas do grupo 1 e outros cinco do grupo 2, pode estar deprimido. 
Fonte: psiquiatra Marcelo Pio de Almeida Fleck